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Pesquisa - Inspiração - Cura

Apreciar o trabalho dos cuidadores

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Recentemente, o aeroporto na capital angolana, Luanda, foi substituído por um aeroporto moderno, claro e reluzente, o qual parece funcionar com eficiência e até possui um fumódromo, sinal significativo de progresso. Esse é o primeiro aeroporto que vim a conhecer na África (com exceção dos aeroportos da África do Sul), onde, para falar com franqueza, não é permitido fumar em qualquer lugar.

Como sempre, durante os seminários, Alessandra e eu discorremos sobre a proteção inerente à Prática Pública da Ciência Cristã e ao trabalho de um Enfermeiro da Ciência Cristã. Muitos leitores de Ciência e Saúde se recordam de como o capítulo desse livro intitulado “A Prática da Ciência Cristã” começa mencionando a parte do Evangelho de Lucas em que Jesus exemplificou a compaixão e o amor (ver pp. 362 a 367).

Entretanto, no mesmo capítulo, a autora esclarece que a proteção é inerente à ajuda que prestamos aos outros, por meio da Ciência Cristã. Das páginas 430 a 442, as páginas finais desse capítulo, ela apresenta uma alegoria na qual um homem adoece por ter cuidado de um amigo doente. Todavia, em um cenário alegórico de um julgamento forense, o advogado de defesa, a Ciência Cristã, defende o homem e o liberta da sentença de morte.

No mesmo capítulo, nas páginas 384 e 385, Mary Baker Eddy escreveu: “Deus jamais castiga o homem por fazer o bem, por um trabalho honesto ou por atos de bondade, embora isso o exponha à fadiga, ao frio, ao calor, ao contágio. ... Tudo o que é de teu dever, podes fazer sem te prejudicares”.

Acho significativo o fato de que, em um capítulo de 80 páginas, o qual se constitui no capítulo mais específico que ela escreveu a respeito de como tratar outros por meio da oração, Mary Baker Eddy dedica aproximadamente 14 páginas para instruir o leitor sobre a importância de se reconhecer que fazer o bem, por meio da prática da Ciência Cristã, traz sua própria proteção. Isso contrasta com a noção de que ajudar os outros expõe a pessoa à fadiga, à extenuação ou à doença.

Na verdade, quais qualidades do Amor divino que cada um de nós reflete está sujeita à fadiga, à doença ou ao pecado? A alegria? A solicitude? A compaixão? Ao refletirmos conscienciosamente essas e outras qualidades sanadoras, estamos completamente a salvo da noção popular de que ajudar os outros nos deixa expostos ao sofrimento.

E agora, caros leitores, um agradecimento final por acompanharem esses blogues. Visitar esses doze países e ministrar esses seminários sobre a Prática Pública e a Enfermagem da Ciência Cristã tem sido um prazer!

Cordialmente,

Lyle Young

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